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Golden Dream - Quinta-Feira, 29 de Julho de 2010
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JORNAL A HORA DE BASTOS Agosto de 2.002

"GoldenDream forma parceria com Samitur em Bastos -SP "

A Empresa é especializada em restituição de IR a dekasseguis
Golden Dream consegue restituição do IR japonês em 90% dos casos.

     A maioria não sabe, mas o fato é que é possível aos dekasseguis que trabalham no Japão conseguir a restituição do Imposto de Renda japonês, o Shotuku-zei, que incide mensalmente sobre o salário bruto do trabalhador. Quem avisa é Akira Sano, proprietário da empresa Golden Dream International, que há dois anos presta serviços a dekasseguis que voltam ao Brasil.

     Passados cinco anos do período trabalhado, o dekassegui perde direito à restituição do Imposto de Renda japonês. Portanto, quem trabalhou em 97 tem até o próximo mês de dezembro para dar entrada ao recurso destinado ao recebimento do benefício. Para reivindicar a restituição, é preciso que o dekassegui tenha disponível uma série de documentos que comprovem seu trabalho no Japão.

     Segundo Akira Sano, 90% dos que solicitam a restituição obtêm êxito. O processo demora, em média, 90 dias. Em alguns casos, entretanto, quando falta algum documento, a demora pode chegar a seis meses. Sano explica que, dependendo do documento, é possível obter a segunda via no Japão. O caso mais difícil de ser solucionado é quando o dekassegui não tem comprovante de residência (conta de água, luz, telefone ou correspondência que indique o endereço residencial no Japão). “Muita gente joga fora esses comprovantes quando volta ao Brasil, mas é importante guardá-los”, alerta.

     O empresário cobra 30% do imposto recebido e ressalta que, caso o recurso do dekassegui não seja aprovado pela Receita Federal do Japão, isenta o trabalhador do pagamento pelos serviços. “A cobrança só é feita após o recebimento da restituição”, garante. A Golden Dream International só atende clientes com direito a restituição de IR correspondente a seis meses trabalhados no Japão, no mínimo. Em média, segundo ele, o valor a ser restituído por ano trabalhado é de US$ 1 mil (R$ 3.000) para homens e de US$ 700 (R$ 2.100) para mulheres. A diferença deve-se ao fato de os salários dos homens serem superiores aos das mulheres.


Previdenciário


     Akira Sano salienta que, além do Imposto de Renda, é possível ao dekassegui requerer a restituição do Imposto Previdenciário (Koussei Nenkin), mas neste caso, o prazo para reivindicar o pagamento é de no máximo dois anos após o período trabalhado. Segundo ele, o valor da restituição atinge 80% do valor do Imposto Previdenciário pago no Japão. Nem todos os dekasseguis contribuem porque este tributo é pago só a quem vai se aposentar no Japão. Ainda assim, de acordo com o empresário, algumas empresas embutem o imposto no seguro social, descontado no holerite do trabalhador. “Se o valor do seguro é maior do que o normal, significa que o imposto previdenciário foi descontado. Neste caso, é possível requerer a restituição do tributo”, frisa.

     Os interessados em mais informações devem entrar com contato com a Golden Dream, que fica em Santa Cruz do Rio Pardo – SP, pelo telefone (14) 372-1924 ou na Samitur, em Bastos, pelo telefone 445-1182.


Golden Dream firma parceria com Samitur

     A Golden Dream International tem parceiros em diversas cidades brasileiras na prestação de serviços de restituição de Imposto de Renda e Imposto Previdenciário do Japão para dekasseguis. E em Bastos acaba de firmar parceria com a Samitur, do empresário Shiouzi Mizuma.

     Akira Sano destaca que “a ação conjunta com a Samitur proporcionará maior eficiência no serviço de solicitação de restituição de tributos japoneses aos dekasseguis de Bastos”. Ainda segundo ele, Shiouzi Mizuma já tem disponível a relação de todos os documentos necessários para que o trabalhador requeira esse benefício”.

 

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