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Existem diversos golpes no ramo imobiliário.
Veja aqui alguns casos e evite que seu sonho se torne um pesadelo.

O caso

O golpe

Vale das Cascatas
Ribeirão do Sul - SP - 1990

Tratava-se de um empreendimento imobiliário na área de lazer. Foi montado uma infra-estrutura para induzir o comprador a realmente pensar que se tratava de um negócio sólido.

Os golpistas usavam títulos de sociedade para arrecadar o dinheiro. Os carnês de pagamento do título tinham um valor inicial que implicava quase na quitação total desse título. O restante era parcelado. Durante alguns anos os golpistas arrecadaram dinheiro, até que as pessoas que investiram no título não viram o prosseguimento das obras. Mas ja era tarde: os golpistas simplesmente sumiram com o dinheiro. Realmente, era um "Vale das Cascatas".

Condomínio Rosa Vidor
Santa Cruz do Rio Pardo - SP - 1990

Era um condomínio fechado. No local, foi montado um dos que seriam xx prédios para convencer o investidor a adquirir o imóvel.

Os golpistas usavam títulos de sociedade para arrecadar o dinheiro. Os carnês de pagamento do título tinham um valor inicial que implicava quase na quitação total desse título. O restante era parcelado. Durante alguns anos os golpistas arrecadaram dinheiro, até que as pessoas que investiram no título não viram o prosseguimento das obras. Mas ja era tarde: os golpistas simplesmente sumiram com o dinheiro. Realmente, era um "Vale das Cascatas".

Antes de fechar o negócio...

• Certifique-se de que a empresa que oferece o negócio a você é idônea. Procure saber de outros investimentos bem sucedidos dessa empresa.

• Tenha calma. Nunca assine um contrato de imediato. Exija sempre uma cópia do contrato original e procure ajuda jurídica antes de assina-lo.

• Certifique-se que o contrato tenha cláusulas que tratam da recisão do mesmo.

• Quando o imóvel for financiado, procure saber se o financiamento é bancário, ou se é da imobiliária ou empreteira que oferece o negócio. Caso for bancário, verifique no contrato se o financiamento é pago diretamente por você ou é pago pela empreiteira e repassado para o banco. No segundo caso, você pode correr o risco da empreiteira pegar o seu dinheiro e dar um calote no banco, supondo que no contrato o seu nome e não o da empreiteira é que está envolvido no pagamento do mesmo.